Conceito Lazer - Soluções Integradas e Eventos
55 (11) 3673-4553 - contato@conceitolazer.com.br
"Homem Praticando Tai Chi Chuan"
Mas pode ser o seu gerente de contas aprendendo a lidar com a pressão e competição em uma dinâmica Conceito Lazer
Aproveitando a semana da folia (e da quarta-feira de cinzas) fique com mais alguns acontecimentos e números do carnaval.
Uma colega foi assistir ao carnaval de São Paulo no camarote, parceria entre um bar e uma marca de cerveja e vários incidentes ocorreram que servem como um alerta para seu evento: motorista do ônibus não sabia o caminho, briga no camarote, filas de mais de 1 hora para o transfer, área de isolamento de populares e entrada de portadores de camisetas na saída se confundindo e mais brigas, fila de mais de 1 hora para retirada de carros do estacionamento (pagamento extra), as janelas de camarote não comportam a quantidade de pessoas (isso é obvio) e isto tudo pela bagatela de R$ 700,00.
Se compararmos com outro evento que também teve problemas, o show do U2, depois da gafe de venda dos ingressos não percebi falhas (foi o MÁXIMO, desculpem a tietagem): indicação de entradas clara, 3 revistas, seguranças a paisana e educados, banheiros limpos, bom som e na saída a organização da fila para o dia seguinte e até mesmo o direito de beijar o BONO (um ótimo exemplo de blitz divulgando o biscoito Bono na entrada e saída do show, uma baita sacada). As melhorias sugeridas são melhorar via de escape para ônibus e mais pontos para serviços de vans.
Voltando ao carnaval...
A sua origem tem início nos cultos agrários da Grécia, de 605 a 527 a.C. Com o surgimento da agricultura, os homens passaram a comemorar a fertilidade e produtividade do solo. O carnaval pagão começa quando Pisistráto oficializa o culto a Dioniso na Grécia, no século VII a.C. e, termina, quando a Igreja Católica adota a festa em 590 d.C.
O primeiro foco de concentração carnavalesca se localizava no Egito. A festa era nada mais que dança e cantoria em volta de fogueiras onde os foliões usavam máscaras e disfarces simbolizando a inexistência de classes sociais. Depois, a tradição se espalhou por Grécia e Roma, entre o século VII a.C. e VI d.C. A separação da sociedade em classes fazia com que houvesse a necessidade de válvulas de escape e é nessa época que sexo e bebidas se fazem presentes na festa.
Em seguida, o Carnaval chega em Veneza para, então, se espalhar pelo mundo. Diz-se que foi lá que a festa tomou as características atuais: máscaras, fantasias, carros alegóricos, desfiles... O Carnaval Cristão passa a existir quando a Igreja Católica oficializa a festa pois antes, a instituição condenava a festa por seu caráter “pecaminoso”.
O Carnaval brasileiro surge em 1723, com a chegada de portugueses das Ilhas da Madeira, Açores e Cabo Verde. A principal diversão dos foliões era jogar água nos outros e o primeiro registro de baile é de 1840.
Em 1855 surgiram os primeiros grandes clubes carnavalescos, precursores das atuais escolas de samba. No início século XX, já havia diversos cordões e blocos, que desfilavam pela cidade durante o Carnaval e em 1928 é funda a primeira escola de samba no bairro do Estácio, no Rio de Janeira e se chamava Deixa Falar. A partir de então, outras foram surgindo até chegarmos à grande festa que vemos hoje, num cenário onde temos até mesmo Universidade do Samba, Cidade do samba, um local no Rio de Janeiro onde 14 escolas concentram seus barracões numa área de 78.000m2 e que terá sua versão paulista, segundo o prefeito José Serra.
É isso aí, confetes e serpentinas para todos.
Líbia Macedo